"Star Wars: Episódio IX - A Ascensão de Skywalker" ultrapassou oficialmente os mil milhões de dólares de receitas nas bilheteiras, tornando-se o sétimo filme da Disney de 2019 a chegar a este patamar histórico.

Na terça-feira, o último filme da terceira trilogia somou 481,3 milhões nos EUA e Canadá e 519,7 nos mercados internacionais, para um total de 1,001,007,423 mil milhões. Foram precisos 26 dias, mais nove do que o filme anterior, "Os Últimos Jedi" (2017).

Sem surpresa, o primeiro, "O Despertar da Força" (2015), que juntava Harrison Ford, Carrie Fisher e Mark Hamill pela primeira vez desde "O Regresso de Jedi" (1983), chegou aos mil milhões em apenas 12 dias, um recorde no seu tempo até à estreia de "Vingadores: Guerra do Infinito" (2018).

Os outros filmes da Disney que passaram os mil milhões de dólares foram "Vingadores: Endgame" (tornou-se o mais rentável nas bilheteiras, com 2,79 mil milhões), "O Rei Leão", "Frozen II", "Capitão Marvel", "Aladdin" e "Toy Story 4".

O percurso comercial do filme que conclui a história da família Skywalker reflete as divisões entre os fãs, que lhe deram B+ nos habituais inquéritos CinemaScore realizados à saída dos cinemas no fim de semana de estreia (a cotação mais baixa de todos os episódios oficiais da saga), com críticas à "falta de imaginação" e ao abandono de várias narrativas e revelações de "Os Últimos Jedi", vistas como uma cedência às reações negativas e até sexistas difundidas nas redes sociais.

A trilogia original (1977-1983) não tem resultados disponíveis, mas o muito discutido "Os Últimos Jedi" recebeu um A e mesmo um fracasso comercial como "Solo: Uma História de Star Wars" (2018) chegou ao A-, tal como as prequelas "A Ameaça Fantasma" (1999), "Ataque dos Clones" (2002) e "A Vingança dos Sith" (2005).

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