Se tivesse a oportunidade, Charlie Hunnam gostava de ter outra oportunidade com o seu filme "Rei Artur: A Lei da Espada".

Durante uma recente entrevista na SiriusXM em que promovia "The Gentleman", de Guy Ritchie, o ator recordou o épico falhado do mesmo realizador em que foi o protagonista e deu um prejuízo de (pelo menos) 153 milhões de dólares nas bilheteiras no início do verão de 2017.

"Gostaria de voltar a 'Rei Artur' porque houve imensas coisas que correram mal e muitas para lá do nosso controlo e acho que acabámos por não conseguir concretizar o que se desejava. Simplesmente não conseguimos bem fazer o filme que queríamos", explicou ao anfitrião Andy Cohen, acrescentando que se perdeu a oportunidade de contar uma longa história porque se tivesse sido um sucesso, a ideia era fazer vários filmes para explorar o potencial das lendas arturianas.

Especificamente, Charlie Hunnam revelou que um problema de "miscasting" ou seja, alguém mal escolhido para o elenco, fez com que o filme não funcionasse como um todo: "acabou por prejudicar a parte principal da história" e "na verdade, foi cortada do filme".

O ator parou antes de concretizar o nome do ator ou da personagem, mas a "memória" da internet de 2016 revela que Guy Ritchie não estava contente com a interpretação da atriz Annabelle Wallis, conhecida por ter estado ao lado de Tom Cruise em "A Múmia", outro desastre de bilheteira no mesmo ano.

O realizador terá mesmo reduzido substancialmente o seu tempo como Maggie, uma infiltrada na corte de Vortigern (Jude Law) que ajudava a Resistência.

Esses relatos nunca foram confirmados, mas Guy Ritchie reconheceu que a primeira montagem do filme tinha 194 minutos, enquanto a versão que chegou aos cinemas tinha 126.

Várias críticas a "Rei Artur" não deixaram de notar que a personagem de Wallis parecia "pouco desenvolvida" e não se percebia quem era suposto ser na história.

Veja o segmento da entrevista.

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