Ainda é cedo para perceber até que ponto é que os aspirantes a cineastas, mesmo que agregados a produtoras, podem beneficiar deste apoio, mas, com 10 milhões de euros para aplicar em «projectos culturais inovadores», este fundo de capital de risco, que acaba de ser criado, é o primeiro do nosso país dedicado ao investimento nas indústrias criativas.

A
Capital Criativo é a empresa por trás do projecto (que tem entre os sócios a
Portugal Telecom e a
Caixa Geral de Depósitos), cujo valor a investir equivale a 4,2% do orçamento do Ministério da Cultura para 2010. As áreas elegíveis integram a produção de conteúdos, o design, a arquitectura, publicidade, e-learning, tecnologia, música, televisão, entre outros.

A ideia é apoiar projectos de base empresarial em fase de expansão, que necessitem de capital para crescer e reforçar o seu lugar no mercado.

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