O governante esteve reunido, por videoconferência, com a Comissão Especializada dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos, Segurança e Reforma do Estado e a Comissão Especializada de Educação, Cultura, Saúde, Juventude, Desporto e Questões Sociais para a discussão e aprovação da lei do cinema.

Esta proposta de lei, que teve o aval dos deputados na primeira sessão do mês de Junho e voltou a ser aprovada hoje na comissão mista, visa estabelecer os princípios e critérios de acção do Estado na dinamização, protecção e incentivo à produção, distribuição, exibição e divulgação da arte do cinema e da actividade cinematográfica e audiovisual nacional, realizada ou produzida em território nacional.

Através de uma nota de imprensa enviado à Inforpress, Abraão Vicente considerou que esta lei vai trazer inúmeras vantagens para profissionais da área e para o País e vai permitir um outro tipo de turismo.

“A primeira Lei do Cinema vai contribuir para a promoção de Cabo Verde como um spot internacional de rodagem de filmes de referência internacional. Com este diploma cria-se um sector económico que beneficia os actores, produtores e quem está ligado directamente à arte do cinema e, também, um ecossistema de pequenas e médias empresas que podem se beneficiar, com a vinda para Cabo Verde, de grandes produções internacionais”, afirmou Abraão Vicente.

O principal objectivo desta proposta de lei, sublinhou, é incentivar a produção nacional e transformar o país num spot de produção e realização de filmes.

Para o ministro, este é mais um “passo histórico” dado pelo Governo da IX Legislatura para a aprovação de uma lei que reuniu consenso dos sujeitos da Casa Parlamentar, desde o debate na generalidade, em Junho.

A proposta de lei chegou ao Parlamento por iniciativa do Governo, após uma ‘socialização’ e recolha de subsídios junto da classe do cinema e audiovisual.

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