O realizador Todd Phillips já estará em negociações com o estúdio Warner Bros. para fazer a sequela de "Joker". Ele e Scott Silver também voltarão a escrever a nova história, avançou o The Hollywood Reporter (THR) em exclusivo esta quinta-feira.

O regresso de Joaquin Phoenix também estará "assegurado": havia alíneas para sequelas no contrato daquele que se tornou um dos grandes favoritos para a corrida ao Óscar de Melhor Ator.

Mas há outra consequência do gigantesco sucesso de "Joker", Leão de Ouro do festival de Veneza e que passou os mil milhões de dólares nas bilheteiras mundiais: Todd Phillips tem luz verde do estúdio Warner Bros para desenvolver mais um filme de origem baseado numa personagem da DC Comics.

Segunda as fontes do THR, Todd Phillips e o presidente da Warner Toby Emmerich encontraram-se logo a 7 de outubro, na segunda-feira após o fim de semana de estreia em que "Joker" arrecadou 96,2 milhões de dólares só nos EUA.

O realizador terá proposto uma ideia gigantesca: os direitos para desenvolver várias histórias de origem de personagens da DC. Emmerich recusou porque o estúdio só faz acordos para um filme de cada vez, mas Phillips saiu da reunião com os direitos para, pelo menos, outra história da DC.

Aqui, o THR adianta apenas o realizador combinaria bem com o super vilão Darkseid, o tirano que governa o planeta Apokolips e se tornou um dos maiores inimigos do Super-Homem e da Liga da Justiça, ou... Lex Luthor, o milionário da cidade de Metropolis.

"Joker" custou cerca de 60 milhões de dólares, muito menos do que os outros três filmes de super-heróis da DC que passaram os mil milhões de dólares: "Aquaman" (2018), "O Cavaleiro das Trevas Renasce" (2012) e "O Cavaleiro das Trevas" (2008).

Os lucros deverão ficar acima dos 500 milhões, sensivelmente o mesmo que a Marvel terá arrecadado com o muito mais caro "Vingadores: Guerra do Infinito" (2017).

O sucesso inesperado de "Joker" também irá valer a Todd Phillips um cheque gigantesco: o THR revela que o realizador abdicou do seu salário habitual em troca de uma percentagem maior dos lucros de bilheteira. Quando se fizerem as contas, acrescenta, a compensação ficará perto dos 100 milhões.

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