Todos os analistas concordam: "Halloween" chega aos cinemas americanos esta sexta-feira nos EUA e, entre o "timing" da estreia e o regresso de Jamie Lee Curtis como Laurie Strode e Nick Castle (com James Jude Courtney) como Michael Myers, vai pulverizar as bilheteiras.

Sem número à frente do título e considerada a continuação direta do primeiro filme, de 1978, ignorando o que aconteceu em nove sequelas, as estimativas vão para 70 milhões nos EUA, que alguns acreditam ser conservadoras, e mais 30 da estreia noutros 21 países.

O sucesso financeiro será uma excelente notícia para John Carpenter, a acreditar na forma sincera como falou do seu envolvimento no filme em entrevista ao Den of Geek.

O lendário realizador do "Halloween" original, que se chamou em Portugal "O Regresso do Mal", recordou que o produtor Jason Blum o convenceu quando lhe disse que o estúdio ia fazer o filme com ou sem eles e o melhor era juntarem-se para ajudar a torná-lo bom.

Nessa colaboração, Carpenter assume o papel de produtor-executivo, mas ao contrário do que é habitual, não foi um cargo simbólico: além de dar conselhos nos bastidores, regressou para compor a banda sonora com o filho, Cody Carpenter, e ainda Daniel Davies.

Quando lhe perguntaram sobre a disponibilidade para fazer novas sequelas ou versões dos seus filmes nos mesmos moldes, começou por dizer que não se compromete sem ver algo concreto, mas acabou por acrescentou que está "disponível para quase tudo o que envolve dinheiro. Isso é uma coisa boa. É sempre boa."

O novo "Halloween" estreia em Portugal dia 25.

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