A formação, que ocorreu na manhã de ontem, dia 9, no Mindelo, pretendia assim ensinar sobre uma das “vertentes mais tradicional” da animação, explicou o formador Hermes Fonseca, formado em Audiovisual e Multimédia, com especialização em Animação.

“O Stop Motion é uma vertente mais tradicional da animação e que utiliza recursos de câmara e bonecos, a base desta técnica é fazer a animação enquanto se fotografa”, salientou.

Sendo assim, conforme a mesma fonte avançou à Inforpress, a ideia é incentivar os adolescentes, no caso do oitavo ano, a experimentar este recurso, já que “vêm muitos desenhos animados e  assim sentir na pele o que é fazer uma produção de animação”, asseverou Hermes Fonseca, que disse ainda querer dar a oportunidade a estas crianças “não somente de olhar, mas também de fazer”.

Inserido também no programa do festival Oiá, que se prolonga até este domingo, 13, está agendada para a tarde de hoje uma outra formação sobre “Sound design na construção de um filme”, ministrada por Abel Monteiro.

Trata-se de um workshop que aborda, conforme os promotores, uma “variedade de truques e técnicas” que podem ser aplicadas imediatamente em filmes, mas com o objectivo de proporcionar uma “melhor compreensão” da forma como o som funciona nos sentidos.

Nesta quarta-feira, a programação do Oiá contempla ainda, entre outras actividades, “Cinema na palma da mão”, “Rendalizar as redes de poesia”, no Espaço Bumbum Minino e, logo à noite, “Oiá Baía” com o documentário “Bidon” dos mindelenses Celeste Fortes e Edson Silva, um dos vencedores do concurso internacional de audiovisual “DOCTV CPLP III” de 2018.

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