Um caso de violação contra Sylvester Stallone alegadamente ocorrido há 30 anos não vai avançar para os tribunais, decidiu o gabinete do procurador do Distrito de Los Angeles.

Em junho, tinha sido anunciada a abertura de uma investigação para determinar se o ator podia ser acusado no âmbito de uma denúncia apresentada na polícia em novembro de 2017 e que veio a público um mês mais tarde.

A conclusão é que "não existem indícios suficientes para sustentar uma acusação, além de que as alegações já prescreveram".

Os documentos do gabinete do procurador de Los Angeles avançam que existiu uma relação consensual em 1987 e que a mulher alegadamente violada nesse ano e em 1990 apresentou novas testemunhas que não sustentaram as alegações. Uma investigação adicional não encontrou outros indícios.

O advogado do ator, Martin Singer, admitiu em dezembro do ano passado que Stallone manteve uma relação com a acusadora quando gravava um filme em Israel, em 1987, mas "negou categoricamente" qualquer agressão.

A investigação contra Stallone foi mais um capítulo da onda de escândalos de abuso sexual em Hollywood originada com as denúncias contra o produtor Harvey Weinstein que originou o movimento de consciência global sobre a violência conhecido como #MeToo.

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