O diretor-executivo da Disney deixou uma palavra de tranquilidade: são para manter os filmes para um público mais adulto (os que recebem classificação R nos EUA) que o estúdio com conteúdos para toda a família vai receber com o acordo de fusão com a  20th Century Fox.

Bog Iger reafirmou essa intenção durante a apresentação do relatório dos resultados financeiros, destacando o caso específico de "Deadpool".

Alguns fãs expressaram o receio de que o super-herói da Marvel interpretado por Ryan Reynolds com linguagem e comportamentos ultrajantes seria "domesticado" ao passar para o controlo da Disney e viram como uma experiência nesse sentido o lançamento de "Once Upon a Deadpool", uma versão editado do segundo filme para maiores de 13 anos.

"Acreditamos que existe espaço para existirem as propriedades Fox sem uma influência significativa da Disney sobre a natureza do conteúdo, o que significa que por exemplo vemos que há certamente popularidade entre os fãs da Marvel para os filmes 'Deadpool' com classificação R, vamos continuar nesse negócio", salientou Bog Iger esta terça-feira.

"Pode haver espaço para mais disso, desde que os identifiquemos com muito cuidado e garantamos que não confundimos de forma alguma o consumidor com um produto que seria ou um produto da Disney ou um produto mais tradicional da Marvel", acrescentou.

Ryan Reynolds já confirmou que um terceiro "Deadpool" está em preparação.

Em relação à saga "X-Men" a que pertence a personagem, o futuro está mais indefinido: os projetos em preparação na Fox estão agora parados, aguardando a aprovação da Disney e de Kevin Feige, presidente da Marvel, o que inclui o "Gambit" com Channing Tatum.

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