Em 2019, a Disney vai lançar nos cinemas nada menos do que três filmes que serão versões em imagem real de clássicos de animação.

O primeiro será "Dumbo" (março) e depois chegam "Aladdin" (maio) e "O Rei Leão" (julho). Todos fortes candidatos para rechear os cofres do estúdio, que também tem em agenda títulos da Pixar, Marvel e um novo "Star Wars".

No entanto, surgiu uma polémica com "Aladdin" com a divulgação das primeiras imagens esta quarta-feira pela revista Entertaiment Weekly.

Elas mostram Aladdin (Mena Massoud) e Jasmine (Naomi Scott), mas também Will Smith como um génio muito diferente do clássico de 1992 que tinha a voz de Robin Williams.

Ao partilhar a capa nas redes sociais, o próprio ator avisou que "sim, vou aparecer em azul", mas isso não impediu que se concretizasse a previsão do "Moviedeaths" de que a "indignação estava a caminho".

Na zona de comentários, o ator reforçou que a imagem publicada é o seu disfarce enquanto humano e a personagem vai ser azul e criada por computador durante a maior parte do filme.

Apesar dos avisos, a rejeição foi generalizada, desde as mais simples reclamações à volta da cor aos que falam em "estrunfe Smith" e os que admitem que "o cabelo do génio vai ser uma grande fonte de ansiedade para mim em 2019".

Outros fãs são ainda mais dramáticos, dizendo que bastou uma imagem para arruinar um dos filmes favoritos da Disney ou querem usar o terceiro desejo que o génio tradicionalmente oferece para lhe dar a ele "o que claramente deseja mais do que tudo: a libertação pela morte". E ainda oferecem soluções.

Veja algumas das reações.