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Simpsons fazem análise aos primeiros 100 dias de Trump como presidente

A família amarela mais famosa da televisão, “Os Simpsons”, não esqueceu os primeiros 100 dias da Presidência de Donald Trump e divulgou uma curta animação em que lança um olhar mordaz sobre o inquilino da Casa Branca.

"Os Simpsons" deram finalmente o seu veredicto sobre os primeiros 100 dias de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos da América. No vídeo da série de animação, o futuro parece ainda mais sombrio.

A animação, divulgada via Internet, mostra Trump na sua cama na Casa Branca a vangloriar-se de alguns dos seus feitos nestes últimos 100 dias, como o seu desempenho na prática do golfe ou o aumento dos seus seguidores na rede social Twitter.

No sketch dedicado à presidência norte-americana, vê-se o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, morto com uma corda à volta do pescoço e um pequeno cartaz onde está escrito “Eu desisto”. A conselheira presidencial Kellyanne Conway sai a correr do local e afirma: “Eu não vou substituí-lo”.

jÁ Ivanka passa a ocupar um lugar central no Supremo Tribunal, substituindo a juíza Ruth Bader Ginsburg no Supremo Tribunal dos Estados Unidos, e, em Springfield, o avô Simpson prepara-se para ser deportado.

O cabelo de Trump também não ficou de fora da análise dos Simpsons. No vídeo, o presidente dos Estados Unidos consegue limpar as lágrimas com o cabelo.

“Os Simpsons” também mostram o genro de Trump, Jared Kushner, e o conselheiro Steve Bannon a estrangularem-se mutuamente.

Trump atinge no sábado (dia 29 de abril) o marco dos 100 dias, um período de tempo que é encarado como um barómetro da capacidade governativa de uma nova administração norte-americana.

Na memória dos seguidores desta série de animação, há mais de 25 anos no ar, está um episódio de 2000, intitulado "Bart To The Future", no qual os autores da série brincavam com o facto de Lisa Simpson conquistar a Sala Oval ao então Presidente George W. Bush.

Um dos argumentistas da série, Dan Greaney, chegou a afirmar à imprensa norte-americana que o texto escrito há 17 anos era "um aviso para a América".

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