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Curadora da Biblioteca Nacional quer a viabilização do Plano Nacional de Leitura

Fátima Fernandes avançou que o Plano Nacional de Leitura cabe num projeto que tem como propósito mobilizar a Biblioteca Nacional e o Ministério de Educação para a criação do hábito de leitura.

créditos: Foto@Inforpress

A curadora da Biblioteca Nacional, Fátima Fernandes, disse ontem, 24, na cidade da Praia, que a instituição tem como objetivo desencadear estratégicas para  a viabilizar o Plano Nacional de Leitura.

Em  declarações à Imprensa, à margem da semana da leitura promovida pela Presidência da  Republica, Fátima Fernandes avançou que o Plano Nacional de Leitura cabe num projeto que  tem como propósito mobilizar a  Biblioteca Nacional e o Ministério de Educação  para a criação do hábito de leitura

Esta responsável esclareceu ainda  que este projeto envolve também o Ministério da Cultura e a própria sociedade, uma vez que o Plano Nacional de Leitura é “muito importante” dada à sua “transversalidade”.

“O que nós pretendemos é dar o nosso contributo e deixar algumas questões que merecem uma atenção especial   por parte do Governo, nomeadamente, os responsáveis   pelas pastas da Educação e da Cultura”, disse  a curadora.

Avançou ainda que a Biblioteca Nacional pretende deixar subsídios também para definir uma política de acesso a livros nos seus vários formatos, porque, sustentou, sem essa politica   toda a sociedade fica condicionada no que concerne ao acesso aos livros.

Os colóquios/debates serão encerrados a 28 de abril, com “Pôr-do-sol poético”, nos jardins do Palácio da Presidência e Sala Beijing, sendo os dois últimos dias (29, sábado e 30 domingo) dedicados à feira de livros.

De acordo com uma nota de imprensa, com esta iniciativa, o Presidente da República acredita que é possível dar início a uma nova cultura de leitura em Cabo Verde, sustentada, sobretudo, no maior acesso a livros e direcionados para diferentes classes de leitores, em todo o país.

O documento refere ainda que o mais alto magistrado da Nação pretende utilizar a influência junto de potenciais parceiros, no país e no estrangeiro, que estejam dispostos a colaborar, em diversas ações, entre estas a recolha de livros em “grande escala”.

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