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Último filme da saga "Divergente" foi apressado, reconhece estúdio

A Lionsgate admitiu a precipitação com "Convergente", mas espera melhores resultados com "Power Rangers", antecipando que pode fazer até sete filmes.

Em Março, "Da Série Divergente: Convergente", o terceiro da saga com Shailene Woodley e Theo James, foi uma grande desilusão comercial e agora o estúdio Lionsgate admitiu que pode ter-se precipitado na rapidez com quis avançar com a sua produção.

Durante uma conferência com analistas de Wall Street, o CEO Jon Feltheimer disse que "talvez tenhamos apressado um pouco o terceiro filme em vez de o prepararmos calmamente com tempo. Queríamos concretizar a data [de estreia]".

A terceira adaptação da saga de Veronica Roth terá custado 110 milhões de dólares, sem incluir despesas de marketing, e rendeu 66 nos Estados Unidos, menos de metade do que fizera "Insurgente" um ano antes.

A nível internacional, o panorama foi apenas ligeiramente melhor: 104 milhões, mas também significativamente abaixo dos 167 do capítulo anterior.

Hollywood já antecipa que o último filme, "Convergente: Parte 2", que estreia em março de 2017, será igualmente um desastre comercial.

Os resultados contribuíram para que as projeções financeiras apresentadas pela Lionsgate para o primeiro trimestre de 2016 tenham sido dececionantes, mas Jon Feltheimer já tem os olhos postos numa futura saga: "Power Rangers".

"Estamos realmente muito entusiasmados com 'Power Rangers', tem óptimo aspeto. Conseguimos ver-nos a fazer cinco ou seis ou sete deles."

Trailer "Convergente".

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